Casamento de Katherini e Brunno

Casados em 16/10/2010

um pouquinho sobre a cidade e curiosidades sobre casamento

Aqui vocês poderão saber um pouco mais sobre a  cidade de Juiz de Fora. É só conferir.

http://www.brasilturismo.com/mg/juizdefora/

http://www.tribunademinas.com.br/

http://www.zinecultural.com/zine/home/index.php

 Curiosidades:

http://gnt.globo.com/EstarBem/Materias/Casamentodicas-para-nao-errar-na-organizacao.shtml

http://gnt.globo.com/Expressao/Materias/Casamentosiga-a-etiqueta-na-hora-dos-presentes.shtml

Existem 2 fatores que determinam a maneira como os convidados devem se vestir: o horário e o bom-senso.

Para cerimônias realizadas até as 18h, podem ser usados vestidos lisos ou com estampas florais, tecidos leves como organza, crepe ou seda.

Os tons podem ser claros e o comprimento recomendado é abaixo do joelho ou longo. Aconselhamos a não usar brilho neste horário.

Para casamentos ao ar livre, o uso de chapéu é liberado. Mas este acessório é dispensável em cerimônias realizadas em locais fechados, principalmente igrejas.

Para celebrações realizadas entre 18h e 20h, é recomendável o uso de vestidos com cores mais escuras e pouco brilho ou bordado. O comprimento é longo.

As cerimônias após as 20h são mais requintadas. Por isso , os vestidos podem ser mais exuberantes com brilhos, bordados ou jóias maiores.

Para os homens, o terno é uma alternativa para todos os horários. Pode ser usado tanto em casamentos diurnos como também durante a noite. É recomendado sempre usar cores escuras para esta ocasião.

 

 

Pelo que se sabe, o costume de a noiva carregar um buquê durante a celebração de sua união conjugal começou na Grécia Antiga. A principal diferença, entretanto, é que naquele tempo a noiva não levava consigo flores, mas ramos de ervas e réstias de alho, que serviam para afastar algum mau-olhado e atraiam bons fluidos. Os gregos acreditavam que esse costume tornaria a união mais duradoura e feliz.

Na Roma Antiga, onde surgiram as primeiras celebrações religiosas, era comum as noivas levarem consigo um ramo de ervas que garantiria fertilidade e fidelidade. Já na Polônia do século XVIII, os buquês eram salpicados com açúcar para melhorar o temperamento das noivas após o casamento.

Passaram os séculos, as culturas e costumes foram se mesclando e se misturando até chegarmos aos buquês de flores, utilizados praticamente em todo o mundo. No início desta transformação, as ervas foram trocadas por apenas uma flor. Depois disso vieram os maços e composições, geralmente acompanhados de detalhes com significado religioso ou que expressavam traços culturais específicos de uma região ou nação.

Hoje em dia, os buquês são elaborados com diferentes tipos de flores, conforme a época do ano e a região onde são colhidas, em diversos formatos e tamanhos, combinando tons e sentidos. Seja ele como for, deve ser, antes de qualquer coisa, um adereço que tenha significado principalmente para a noiva e reflita sua personalidade, já que será ela quem irá carregar este ornamento tão importante para a celebração de uma união que se espera seja duradoura e feliz, como queriam os gregos antigos.

Marcelo Sacrini é jornalista e colaborador do portal Pronto Casei.

Fontes:
Wikipedia
Casar - IstoÉ Gente

Imaginar como e quando surgiu o casamento é um desafio e tanto. Na verdade, sua origem pode estar relacionada com a origem do próprio homem e a sua busca irracional pela perpetuação da espécie. A propósito, como está dito nas sagradas escrituras, desde o começo de tudo, quando Deus criou a raça humana, já definiu que ambos, homem e mulher, teriam de ter algum tipo de relacionamento para poder dar continuidade à sua criação. Da forma como está registrado no primeiro livro da Bíblia, "Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou. Macho e fêmea os criou" (Gênesis 1.27). Tudo isso antes mesmo do famoso "crescei e multiplicai-vos"... Já sabemos o resto dessa história.

Os historiadores costumam afirmar que a origem do casamento da forma como o conhecemos remonta à história antiga de Roma, época quando surgiram as primeiras cerimônias religiosas com a presença de uma noiva! Sim, antes disso, parece que a noiva não precisava comparecer a evento algum, bastando cumprir um papel complementar na rotina do macho, o que incluía ter um habitáculo seguro, a fêmea (não necessariamente apenas uma) e, claro, uma prole.

Na Roma antiga, a noiva se vestia com trajes especiais para a ocasião, com direito a flores brancas nos cabelos e espinhos para fixar o penteado. Segundo o que pesquisei pela internet, as flores significavam a felicidade, não sei se necessariamente dela, do casal ou do noivo, e os espinhos serviam para afastar os maus espíritos. O uso de um véu aconteceu mais tarde e era uma referência a uma deusa romana chamada Vesta, que deveria proteger os lares e que simbolizava a honestidade e a virgindade da noiva. Estes eram os requisitos mínimos exigidos que garantiam ao macho poder perpetuar os seus atributos mais significativos e qualidades mais nobres.

Bem, depois disso vieram o costume das alianças, a monogamia instituída, a pílula anticoncepcional e o divórcio, que deram um tempero especial a essa tradição tão arraigada em nossa cultura. Mais recentemente, inventaram a internet, e até site de casamento já existe por aí... Pois é, ainda há muita coisa para ser contada sobre esse assunto.

Marcelo Sacrini é jornalista e colaborador do portal Pronto Casei.

A origem da renda é secular e sua versatilidade é comprovada, seja em um sofisticado modelo exclusivo, em tops, blusas e até mesmo em acessórios como sapatos e bolsas.

Temos vários tipos de rendas, mas vamos escrever sobre alguns:

- De bilros: feita através de um minucioso trabalho de muita precisão e paciência. Os pontos mais simples precisam de dois ou quatro pares de bilros e os mais complexos que fazem uma produção mais artesanal, utilizam mais bilros.

- Chantilly: originária do norte da França, é leve, delicada, transparente e fica muito bem aplicada em tecidos finos como a musseline e cetim de seda.

- Mariscot: a sua beleza está no relevo que é feito de soutache, que sobrepõe ao desenho da renda.

As rendas podem ser usadas em várias situações e em qualquer hora do dia adequada ao horário e modelo.

Ela traz uma sensualidade madura e romântica para uma mulher ao mesmo tempo decidida e independente.

Nos vestidos de festa, o poder da renda é o de transformar a criação numa peça única, às vezes somente com uma pequena aplicação sendo suficiente.

Um tubinho básico pode, com aplicação de renda marcando o busto ou mesmo uma gola, se transformar num belíssimo e refinado vestido.

Uma noiva transforma seu sonho em realidade vestida com um modelo em renda, esbanjando sensualidade e romantismo.

O poder da renda é fascinante!

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